Mudanças: o desafio da gestão

   A sociedade hodierna se caracteriza por um interminável processo de Mudanças.Tais movimentos são geradores de altos impactos e desmedida intensidade nos setores políticos, econômicos e sociais.

                                Na realidade, o único traço permanente em todas as economias é a Mudança. É claro que, em momentos de mutações e de globalização econômica, aumenta-se o nível de indefinições e incertezas, mormente, nas organizações.

                                Jean Paul Sartre, ilustre filósofo, afirma: ” O ser  humano, essa entidade coletiva, está condenado à mudança, ao crescimento, à autorrealização e a autodeterminação – Não pode fugir.” Eu amplio, ratificando que nas empresas não é diferente.. Esta afirmação de Sartre explicita a época por que passamos.

                                Ora, mas como superar a força das mudanças? Como as pessoas e as instituições poderão sobreviver nesse cenário de transições? Quais as saídas que ajudam as pessoas e as organizações permanecerem contemporâneas, apesar das metamorfoses? Primeiramente, é bom compreender que o fenômeno universal de transformação é irreversível  e  que a excepcional maneira  de ultrapassá-lo exitosamente é ser resiliente, adequando-se  às mudanças; ser responsivo, comprometendo-se com as mudanças, contudo criando um ambiente de atuações qualificadas moldadas num inovado padrão de comportamento  técnico-produtivo embasado no conhecimento e na aprendizagem.

                        Depreendemos que o conhecimento é, indubitavelmente,  o vetor estratégico que aciona as pessoas e as empresas, na  direção peremptória e de forma sustentável, ao alcance  de posições competitivas.

                                Destarte, mudar é um passo vital para as pessoas e as organizações, mudar para otimizar a gestão, mudar para ter competência em todas as suas mobilidades, mudar para elidir o mesmismo e anacronismo averso à modernidade, mudar e mudar, no ritmo do desenvolvimento, sem perder tempo, porque o tempo é implacável e não perdoa a nossa inércia.

                    Portanto, as mudanças pessoais e organizacionais são hígidas  e assertivas, quando emanadas como uma adesão interior, como um realinhamento cultural, e, sobretudo,  como resultado do conhecimento, porquanto este, considerado ” o principal recurso produtivo da humanidade”  imprime  um novo formato pessoal, empresarial e de gestão cuja centralidade  se respalda na competitividade dinâmica e na aprendizagem, o que transforma os desafios em oportunidades no ambiente corporativo.

Erasmo Pereira de Lima

Sobre o Autor

Graduado em Letras/UFPB, Especialista em Gestão de Pessoas/UPE e em Gestão da Qualidade pela fundação Christiano Ottoni/UFMG.

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